Meryl Baby

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domingo, 6 de novembro de 2011

Meryl Streep: USA Today - 2008 (1)

            
                                                                      
           Miranda Priestly, a mulher arrogante de O Diabo Veste Prada, foi levada para a parte de trás do armário de Meryl Streep. Como a editora de moda, formidável, diria: "That's all."


                                                                              
               Neste verão, a grande dama do cinema americano opta por um usado, não chique, como um membro da ordem surfista, da terra, chamada Donna. A proprietária do hotel, em uma pitoresca ilha grega, de espírito livre, colide de frente com seu passado livre, em Mamma Mia!, em filme, uma versão ensolarada, do musical inspirado por maiores sucessos do ABBA. Ele estreia na sexta-feira. Para Streep, azul denim é o novo preto. Não desde que Walter Brennan era um Real McCoy,  tem uma estrela com milhas de quilometragem, com um par de macacões. "Eles estavam de macacão de operário grego", diz Streep, na cidade, para a primeira de várias estréias, no exterior.
                                                                           
                                                                        
           "Isso é o que eles realmente usam." Será que ela irá mantê-los, como recordação? Ela dá uma gargalhada. "Eu acho que eles fizeram sopa delas." Considere, as jardineiras, sua resposta, a uma fantasia de super-herói. Streep, que convenceu os espectadores, do blockbuster da temporada, de gastar quase 125 milhões dólares em 2006, de Prada, é "Mamma Mia!", a arma carregada, secreta, de bilheteria, contra o rolo compressor, Joker, conhecido como O Cavaleiro das Trevas, que estréia no mesmo dia. Ela deve superar, não apenas o Caped Crusader, mas também, mais do que alguns cranky, as primeiras críticas. O Telegraph, aqui, publicou uma gripe típica, declarando o filme "uma confusão total" que "define o bar, decepcionantemente baixo, para a qualidade real." Ninguém atribui falhas a Streep, que lhe dá o seu melhor tiro, em um entretenimento descaradamente populista. Como Donna, lida com a chegada inesperada de cada um, dos três ex-belos, dos possíveis pai de sua filha-noiva. Ela cumprimenta,  em escala de emoções, de sua personagem, com um circo de uma mulher de feitos físicos; ao mesmo tempo canta clássicos do ABBA, como SOS e The Winner Takes It All.

                                                                                                                         
             Atriz favorita do Oscar, que acaba de completar 59 anos, escala uma casa de cabra, de 40 pés...


         ... cai através de um telhado, grita  num estupor, de nariz vermelho...

      
          ... desliza sobre um corrimão como bala de canhão, para o mar e as rochas e, um disco, diva, num salto-suited, de cetim.


          Que estabelece, antes dela, todo seu amor pelo arquiteto Pierce Brosnan, pai potencial do bebê, beijando-o com prazer... 
       

           ...e, espontaneamente, arrancando sua camisa encharcada. "Não seria a sua idéia?" Streep diz, anunciando  o desejo libidinoso dela. "Eu senti que eu estava fazendo isso, por toda a América, para todas as mulheres. É apenas uma das vantagens, do trabalho. James Bond, vamos!... "


          O ex-007 não tem queixas. "Ela é muito boa de beijar!...", diz Brosnan. "Ela é adorável!... Minha esposa chama de golpe legal. "Quanto à inesperada camisa rasgada? Muito inteligente, de sua parte !..."


          Adoro a Meryl!
         USA Today (2008)    Meryl Streep dresses down | July 2008

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